Engraçado (e um tanto quanto trágico) admitir que, perante uma retrospectiva dos meus últimos dias e também de minhas últimas postagens, entrego a minha consciência uma charada chamada "eu". O paradoxo belo que me mostro em muitos momentos chega a me causar divertimento em certos momentos.
O mostrar me preocupado comigo mesmo, querer sempre o meu sucesso, mostra que não importa o que aconteça, sou o meu melhor amigo. Contudo, impedir-me de fazer o que anseio, o medo que coloco em mim mesmo é a prova definitiva que sou também meu maior adversário.
Tal qual um passarinho tentando atravessar a rua, até que ponto serei meu amigo para me encorajar a correr para o outro lado? Até que ponto serei meu adversário para fazer esperar mais e mais?
O mais bonito disso tudo é que nessas horas que "Under cover of darkness", do Strokes, mais faz sentido.
Para quem se dispor a me entender, faça bom proveito.
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