quinta-feira, 5 de maio de 2011

Banco de cimento

Repensando os ultimos dias em um momento sublime no ponto de ônibus em frente a faculdade, me deparei com algo interessante.  Com a chegada das provas e da minha companheira de boina (a paranóia), tenho me ocupado mais com os estudos que com qualquer outra coisa.  Contudo, admito que parte de toda esta paranóia com os estudos é resultado direto de pitadas mascaradas de orgulho.  Isso me afetou de tal forma que coisas relevantes tanto do meu dia-a-dia quanto de meu círculo social passam despercebidas perante meus olhos como se não tivessem significado algum.  Portanto, revendo o hoje, tamanha sua magnitude e loucura, resolvi simplesmente voltar meu olhar para o esquecido, pensando:  "Para que tamanho sacerdócio?  Porque um vetor nulo é paralelo a qualquer outro vetor?!"
A vida fenece de tal forma que tudo se mostra indiferente, sem se reparar na beleza de um singelo "ah, seu bobo..."
Concluindo, deixo-lhes um poema de um autor cujo nome desconheço (que fazer, né?).  Mas aqui, o que vale, meu camarada, é a mensagem.  E vos pergunto:  "Vale à pena?"

Nenhum comentário:

Postar um comentário